Geo10ºD

Este blog destina-se à partilha de informaçoes pelos alunos da turma, mas está aberto a toda a comunidade :)

Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Os tratados da UE

 

TRATADO

(CECA)

TRATADO

(CEE)

 

TRATADO

(EURATOM)

TRATADO

Acto Único

Europeu

Assinado:

Paris

Roma a 25 de Março de 1957

Roma a 25 de Março de 1957

28 De Fevereiro de 1986

Entrado em vigor:

23 De Julho de 1952

1 De Janeiro de 1958

1 De Janeiro de 1958

1 De Julho de 1987

Objectivos:

- Criar um mercado comum do carvão e do aço.

- Criar um mercado comum baseado nas quatro liberdades de circulação: mercadorias; pessoas; capitais e serviços;

- Aproximar gradualmente as politicas económicas e nacionais.

- Coordenar os programas de investigação previstos ou já alcançados pelos estados – membros com vista a utilização pacífica da energia nuclear.

- Permitir a realização ate 31 de Dezembro de 1992 do mercado interno europeu, ou seja, de um espaço de livre circulação de pessoas, serviços, capitais e mercadorias;

- Criação de uma nova competência comunitária na área de coesão económica e social, assim como novos meios de acção na politica social, de investigação e de desenvolvimento tecnológico e do ambiente.

 

publicado por esas às 09:24
Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

A história da União europeia

Historia

      Antes da primeira metade do século XX, a ideia de uma Europa unida começou por ser esbatida por vários filósofos e visionários, como foi o caso de Vítor Hugo, que imaginou uns “Estados Unidos da Europa” pacíficos e inspirados num ideal Humanístico. Porém esses sonhos de uma Europa movida pela união dos povos, parecia estar bem longe da realidade devido aos conflitos existentes na 1ª metade do século.

      Na década de 40, a Europa foi palco de uma das maiores guerras que o mundo já conheceu, a II guerra mundial, que marcou profundamente o século XX pela ascensão e mais tarde, pela queda das ideologias totalitárias. Todavia, foi das cinzas da II guerra mundial que nasceu uma nova esperança e um maior empenhamento em iniciar-se uma nova era. Em 1947 já se tinha feito anunciar, um plano (plano Marshall), que tinha como objectivo, elaborar um programa de reconstrução económica.

      Porém em 1950 (cinco anos depois da segunda guerra mundial) os antigos adversários ainda estavam longe da reconciliação e ainda planava no ar, a ameaça de um conflito entre a zona Leste e Oeste do continente. Para evitar repetir os erros do passado e promover a paz e o bem-estar da população, Jean Monnet (principal inspirador da famosa “Declaração Schuman” de 9 de Maio de 1950) propõe a Robert Schuman, ministro francês dos negócios estrangeiros e ao chanceler alemão Konrad Adenauer a formação de um interesse comum entre os seus países, ou seja, a criação de uma entidade que gerisse em comum a produção Franco-alemã do aço e do carvão, e assim, desta forma, evitar as rivalidades entre estes dois países.

      A ideia fundamental, relativamente à proposta, era que:

 

“A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam”.

 

     Adenauer viu nesta proposta de Schuman, uma oportunidade para apaziguar a Europa pelo que acabou por aprova-la. Posteriormente foi a vez de mais quatro países dos quais Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo reagirem favoravelmente a proposta de Schuman acabando por assinar em Abril de 1951 um acordo constitutivo da comunidade europeia do carvão e do aço (CECA) com o tratado de Paris.

      Os países fundadores pretendiam ainda uma gestão interligada das economias dos vários países destruídos pela famosa e já referida II Guerra Mundial. Esta ideia proporcionou assim, unir politicamente e economicamente os países europeus. Este foi o inicio de mais de meio século de cooperação pacifica entre os estados-membros, onde assim surgiu uma nova Europa ocidental, baseada nos interesses comuns dos seus povos e nações e assente em tratados que garantissem a primazia da lei e a igualdade das nações. Estava assim formada a união europeia.

publicado por esas às 09:22
Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

A cidadania europeia

A criação de entidades supranacionais, como é o caso da União Europeia, introduziu no

estatuto de cidadania direitos e deveres que devem ser seguidos pelos nacionais dos estados

membros. A criação de uma Europa dos Cidadãos e a ideia de uma cidadania europeia estão

presentes nos tratados desde os anos setenta. Vários anos após a entrada de Portugal na

Comunidade Europeia, o tratado de Maastricht criou o estatuto de cidadania da União

Europeia.

O Tratado de Maastricht, assinado em 1992, tinha como objectivo fortalecer e proteger os

direitos e interesses dos nacionais dos Estados Membros através de introdução de uma

cidadania da União. Esta vai ser confirmada pelo tratado de Amesterdão em 1997 e vai ter uma natureza complementar à cidadania nacional .

A definição legal de cidadania europeia é:

Artigo 17º

1.“É instituída a cidadania da União. É cidadão da União qualquer pessoa que tenha a nacionalidade de um

Estado-Membro. A cidadania da União é complementar da cidadania nacional e não a substitui”

Tratado de Amesterdão, 1997

Os cidadãos dos estados que compõem a União Europeia já gozavam de diversos direitos em virtude da aplicação das regras que regulamentam o mercado único europeu (livre circulação de bens e serviços, protecção do consumidor e da saúde pública, igualdade de oportunidades e tratamento…). A Cidadania da União estabelece direitos que completam todos os anteriores.

Basicamente podem resumir-se no seguinte:

Artigo 18º

1. Qualquer cidadão da União goza do direito de circular e permanecer livremente no território dos Estados-

Membros, sem prejuízo das limitações previstas no presente Tratado e nas disposições adoptadas em sua

aplicação”

Tratado de Amesterdão, 1997

Qualquer nacional de um Estado Membro é automaticamente um cidadão europeu. A questão relativa à nacionalidade dos estados membros continua a ser determinada pela legislação nacional de cada estado. Isto significa que cada Estado Membro contínua a ser o único a poder determinar as condições de aquisição ou perda da nacionalidade.

No que se refere ao sistema legal que lida com os direitos e liberdades, deve ser referido que o tratado que instituiu a Comunidade europeia já perspectivava muitas das metas relacionadas com os direitos referidos. A cidadania é também regulada por um conjunto de legislação secundária que assegura os direitos referidos no Tratado – liberdade de movimentos e residência, direito ao voto e participação nas eleições para o parlamento Europeu, direito de petição ao Parlamento, receber protecção diplomática e consular, comunicar com as instituições europeias nas línguas oficiais, entre outros. E o direito a ter igual tratamento também é assegurado pelo tratado de Amesterdão..

A criação da cidadania europeia também tem sido objecto de reflexão por parte de alguns

autores. Destaca-se o contributo de alguns que têm reflectido sobre o impacto desta cidadania supra nacional junto dos estados membros, e de que forma a emergência deste novo espaço de cidadania tem impacto junto dos cidadãos da União europeia.

Habbermas (1996) questiona-se mesmo se alguma vez poderá existir uma cidadania europeia na medida em que a esfera do poder político se encontra fragmentada em unidades nacionais.

Mais ainda, o facto de muitas decisões tomadas ao nível europeu pelas instituições

comunitárias que afectam cada vez mais diversas áreas da vida dos cidadãos dos vários

estados membros, e sobre as quais estes não têm uma palavra a dizer, está certamente a

aumentar o fosso entre o que é ser afectado por algo e participar nessa mudança. Chama-se

assim a atenção para o facto de a criação de este espaço de decisão supranacional, não

corresponder efectivamente a um espaço de participação efectiva dos cidadãos.

Faulks (2000) considera que a União europeia e a criação da cidadania europeia representam uma tentativa única de alargar os direitos dos cidadãos para além do estado nação. Esse passo é extremamente importante na construção de um modelo de múltiplas cidadanias que considera ser o ideal numa democracia cosmopolita. Esta concepção de cidadania defende a necessidade de separar a cidadania de identidades culturais limitativas com é a nacionalidade.

Este sociólogo defende igualmente que o futuro da cidadania europeia vai depender muito da forma como as instituições europeias vão lidar com as novas questões de cidadania e

governação num espaço tão complexo e socialmente heterogéneo, no sentido de o tornar um espaço de inclusão e não de exclusão. A criação da cidadania da União Europeia não parece ter conseguido quebrar a ligação entre cidadania e nacionalidade. Com efeito, são os estados membros que determinam a cidadania das suas comunidades e logo, a cidadania europeia encontra-se limitada aos cidadãos legítimos dos estados membros. Assim, para que seja possível caminhar no sentido de uma verdadeira união democrática que procure alargar asliberdades associadas à cidadania.

Para Santos (2005) a construção de um projecto de cidadania europeia, deverá centrar-se no

valor da tolerância. Com efeito, o espaço da União é atravessado por minorias imigrantes,

marcado por pelo derrube de fronteiras tradicionalmente consagradas e por realidades

multiculturais. Logo, o reconhecimento da liberdade e diversidade do outro enquanto pessoa é um passo fundamental para a construção da cidadania europeia. Isto implica a construção de uma cidadania diferenciada que aposte no pluralismo como valor.

Os percursos da cidadania na Geografia escolar portuguesa

publicado por esas às 23:21
Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

Cidadania em Portugal

O conceito de cidadania  em portugal refere-se ao indivíduo que é livre e responsável assim como independente, e que expressa solidariedade com os outros e possui um espírito democrático e pluralista.

Apesar das diferenças entre os países, existem aspectos comuns na concepção do que é a cidadania, e que se apresenta de uma maneira geral: é uma condição importante de pertença à comunidade e implica um conjunto de direitos e deveres. Também parece claro que em alguns países os conceitos de cidadania e nacionalidade não se distinguem. A cidadania é assim concedida aos nacionais identificados com determinada entidade territorial (o Estado –Nação).

publicado por esas às 23:11
Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

Cidadania

Em termos etimológicos a palavra "Cidadania" tem origem no latim civitas, que significa

“cidade” . Como condição legal, designa um estatuto de pertença de um indivíduo a uma

comunidade politicamente articulada e que lhe atribui um conjunto de direitos e obrigações12.

De outro modo, a cidadania dá ao indivíduo um estatuto jurídico, ao qual se ligam direitos e deveres. Estes direitos foram sendo incorporados nas sociedades modernas ocidentais e têm evoluído até ao presente. Assim, é possível identificar direitos associados à cidadania:

- direitos civis – aqueles relacionados com a liberdade individual, liberdade de expressão, de pensamento, direito à justiça, entre outros;

- os direitos políticos – têm a ver com o direito de participação no exercício dom poder

político, como eleito ou eleitor;

- os direitos sociais – relativos ao bem-estar económico e social;

A concepção tradicional de cidadania, claramente de ordem jurídica e directamente ligada à aquisição da nacionalidade, tem vindo a ser objecto de um debate importante no seio da

comunidade das ciências sociais. Segundo Henriques (2006) o sentimento de pertença à

comunidade vai muito além da mera posse um passaporte, de ter o direito de votar ou ainda de possuir uma «nacionalidade» não assumida. A questão da identidade é cada vez mais concebida em termos sociais, culturais e psicológicos. O cidadão deve ter uma consciência de si mesmo como membro de uma comunidade com uma cultura democrática, implicando responsabilidades e obrigações como direitos, e um sentido do bem comum. Esta tendência de interpretação da identidade como inclusão em grupos de pertença é muito mais dinâmica do que estática, devendo ser objecto de debate e redefinição contínuos.

Numa análise das ideias e tipificações de cidadania Santos (2005) considera que o que une as diferentes concepções de cidadania é uma relação de pertença a uma comunidade, territorialmente delimitada, onde se partilham determinados valores, direitos e regras que organizam a vida na comunidade. No entanto o termo cidadania é usado por todos pensando coisas diferentes

publicado por esas às 23:07
Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

O euro

Para saber mais sobre o euro

15 dos 27 Estados-Membros da União Europeia pertencem à zona euro. São eles a Alemanha, a Áustria, a Bélgica, Chipre, a Eslovénia, a Espanha, a Finlândia, a França, a Grécia, a Irlanda, a Itália, o Luxemburgo, Malta, os Países Baixos e Portugal.

O euro entrou em circulação em 1 de Janeiro de 2002. Tornou-se a divisa de mais de 300 milhões de europeus. A divisa, em numerário, compõe-se de 8 moedas e 7 notas.

As moedas

A cara de todas as moedas é idêntica, mas a coroa varia de país para país.

Moeda de um cêntimo (coroa) Moeda de dois cêntimos (coroa) Moeda de cinco cêntimos (coroa) Moeda de dez cêntimos (coroa) Moeda de vinte cêntimos (coroa) Moeda de cinquenta cêntimos (coroa) Moeda de um euro (coroa) Moeda de dois euros (coroa)
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros


ALEMANHA

As moedas alemãs foram desenhadas pelo Professor Rolf Lederbogen (1, 2 e 5 cêntimos), por Reinhard Heinsdorff (10, 20 e 50 cêntimos) e por Heinz e Sneschana Russewa-Hoyer (1 e 2 euros).

1, 2 e 5 cêntimos: A folha de carvalho simboliza a vitória. Para o povo germânico, o carvalho era a árvore da justiça.

10, 20 e 50 cêntimos: A Porta de Brandeburgo marcava a separação entre Berlim-Oeste e Berlim-Leste. Desde a queda do muro (em 9 de Novembro de 1989), a Porta de Brandeburgo tornou-se o símbolo da unificação e da liberdade.

1 e 2 euros: A águia era o símbolo romano do Império e, depois, do Santo Império Romano-Germânico. Hoje, simboliza a democracia.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Alemanha Moeda de dois cêntimos (cara)  - Alemanha Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Alemanha Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Alemanha Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Alemanha Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Alemanha Moeda de um euro (coroa) - Alemanha Moeda de dois euros (cara) - Alemanha
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

BÉLGICA

Foi Jan Alfons Keustermans quem desenhou as moedas belgas.

Todas as moedas: Albert II, sexto rei dos belgas, nasceu em Bruxelas a 6 de Junho de 1934 e reina desde 9 de Agosto de 1993.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Bélgica Moeda de dois cêntimos (cara)  - Bélgica Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Bélgica Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Bélgica Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Bélgica Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Bélgica Moeda de um euro (coroa) - Bélgica Moeda de dois euros (cara) - Bélgica
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

CHIPRE

As moedas cipriotas são da autoria conjunta de Tatiana Soteropoulos e Erik Maell. Os três motivos diferentes utilizados nas moedas reflectem o património do país: a natureza, o mar e a cultura.

1, 2 e 5 cêntimos: o muflão, espécie de carneiro selvagem típica de Chipre, representa a vida selvagem do país.

10, 20 e 50 cêntimos: o navio de Kyrenia, um navio mercantil do séc. IV a.C. cujos destroços são considerados os mais antigos da época clássica, simboliza a relação da ilha de Chipre com o mar.

1 e 2 euros: o ídolo de Pomos é um ídolo em forma de cruz que data do período calcolítico (isto é, cerca de 3000 a.C.) e que representa a contribuição do país para a civilização desde a era pré histórica.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Chipre Moeda de dois cêntimos (cara)  - Chipre Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Chipre Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Chipre Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Chipre Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Chipre Moeda de um euro (coroa) - Chipre Moeda de dois euros (cara) - Chipre
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

ESLOVENIA

As moedas eslovenas foram desenhadas por Miljenko Licul, Maja Licul e Janez Boljka. Caracterizam-se pela inscrição "Slovenija" no anel exterior da moeda, que as distingue das moedas dos outros países da zona euro.

1 cêntimo: imagem de uma cegonha, inspirada na antiga moeda de 20 tolares.

2 cêntimos: imagem da Pedra do Príncipe, local onde eram entronizados os duques de Karantania no século VI.

5 cêntimos: figura de homem a semear estrelas. O número de estrelas (25) representa o número de países da UE na altura em que o euro foi adoptado pela Eslovénia.

10 cêntimos: a mítica "Catedral da Liberdade", projecto não concretizado de sede para o Parlamento esloveno, da autoria do maior arquitecto do país, Jože Plečnik.

20 cêntimos: imagem de dois cavalos Lipizzaner.

50 cêntimos: imagem do Monte Triglav, a montanha mais alta da Eslovénia, acompanhada do signo Caranguejo do Zodíaco e da inscrição ‘OJ TRIGLAV MOJ DOM’ ("Oh Triglav, meu lar").

1 euro: efígie de Primož Trubar, autor do primeiro livro impresso em esloveno (1550).

2 euros: efígie de France Prešeren, o maior poeta da Eslovénia, acompanhada pela frase ‘Shivé naj vsi naródi’ ("Deus abençoa todas as nações"), inscrita na caligrafia do poeta, que é extraída do seu famoso poema ‘Zdravljica’ e que faz parte do hino nacional esloveno.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Eslovénia Moeda de dois cêntimos (cara)  - Eslovénia Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Eslovénia Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Eslovénia Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Eslovénia Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Eslovénia Moeda de um euro (coroa) - Eslovénia Moeda de dois euros (cara) - Eslovénia
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

ESPANHA

As moedas espanholas foram desenhadas por Garcilaso Rollán (1, 2 e 5 cêntimos), Begoa Castellanos (10, 20 e 50 cêntimos) e Luis José Diaz (1 e 2 euros).

1, 2 e 5 cêntimos: Obra prima da arquitectura espanhola, a Catedral de São Tiago de Compostela é igualmente um dos mais célebres lugares de peregrinação do mundo.

10, 20 e 50 cêntimos: Miguel de Cervantes (1547-1616) teve um papel fundamental na literatura espanhola. A sua obra mais célebre é Dom Quixote de la Mancha.

1 e 2 euros: O Rei Juan Carlos I nasceu em Roma em 1938. Reina desde 1975 e instaurou um regime democrático em Espanha.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Espanha Moeda de dois cêntimos (cara)  - Espanha Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Espanha Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Espanha Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Espanha Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Espanha Moeda de um euro (coroa) - Espanha Moeda de dois euros (cara) - Espanha
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

FINLÂNDIA

As moedas finlandesas foram desenhadas por Heikki Häiväoja (1, 2, 5, 10, 20 e 50 cêntimos), Pertti Mäkinen (1 euro) e Raimo Heino (2 euros).

Na sequência da decisão do governo finlandês de arredondar os preços para múltiplos de 5 cêntimos, as moedas finlandesas de 1 e 2 cêntimos foram retiradas de circulação. Estas moedas tornaram-se, assim, muito raras.

1, 2, 5, 10, 20 e 50 cêntimos: O leão é o símbolo do Estado finlandês. Encarna o poder, a sabedoria e a justiça.

1 euro: O Joutsen, pássaro nacional finlandês, é uma espécie de cisne cujo principal local de migração é a Finlândia.

2 euros: Lakka é o nome finlandês da amora dos brejos que se encontra no Norte do país. Simboliza a riqueza e a fragilidade da natureza finlandesa.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Finlândia Moeda de dois cêntimos (cara)  - Finlândia Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Finlândia Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Finlândia Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Finlândia Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Finlândia Moeda de um euro (coroa) - Finlândia Moeda de dois euros (cara) - Finlândia
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

FRANÇA

As moedas francesas foram desenhadas por Fabienne Courtiade (1, 2 e 5 cêntimos), Laurent Jorio (10, 20 e 50 cêntimos) e Joaquim Jimenez (1 e 2 euros).

1, 2 e 5 cêntimos: Marianne é o símbolo da República Francesa.

10, 20 e 50 cêntimos: A Semeadora simboliza a liberdade e a esperança de uma colheita abundante.

1 e 2 euros: A árvore da vida simboliza a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade, divisa da República Francesa.

Moeda de um cêntimo (cara)  - França Moeda de dois cêntimos (cara)  - França Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - França Moeda de dez cêntimos (coroa)  - França Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - França Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - França Moeda de um euro (coroa) - França Moeda de dois euros (cara) - França
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

GRÉCIA

As moedas gregas foram desenhadas por Georgios Stamatopoulos. Nem todas as moedas gregas foram cunhadas na Grécia; algumas foram cunhadas em França, em Espanha e na Finlândia.

1 cêntimo: A trirreme de Atenas era um navio de guerra imponente, que dominou os mares por vários séculos durante a Antiguidade.

2 cêntimos: A corveta foi utilizada na guerra da independência, de 1821 a 1827.

5 cêntimos: O petroleiro simboliza a modernização da marinha grega.

10 cêntimos: Rhigas Ferrarios (1757-1798) era um fervoroso defensor da independência grega, que sonhou com a criação de uma federação balcânica libertada do jugo otomano.

20 cêntimos: Ioannis Kapodistrias (1776-1831) foi o primeiro governador da Grécia independente.

50 cêntimos: Eleftherios Venizelos (1864-1936) é um dos mais célebres homens políticos gregos. Foi sete vezes primeiro-ministro.

1 euro: A coruja de Atenas figurava numa moeda antiga de 4 dracmas (século V antes de Cristo). A coruja era o símbolo da deusa Atena e representa a sabedoria.

2 euros: «O rapto de Europa por Zeus transformado em touro». Personagem da mitologia grega, a Europa deu o seu nome ao nosso continente.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Grécia Moeda de dois cêntimos (cara)  - Grécia Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Grécia Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Grécia Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Grécia Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Grécia Moeda de um euro (coroa) - Grécia Moeda de dois euros (cara) - Grécia
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

IRLANDA

Foi Jarlath Hayes quem desenhou as moedas irlandesas.

Todas as moedas: A harpa céltica é o instrumento tradicional da Irlanda.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Irlanda Moeda de dois cêntimos (cara)  - Irlanda Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Irlanda Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Irlanda Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Irlanda Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Irlanda Moeda de um euro (coroa) - Irlanda Moeda de dois euros (cara) - Irlanda
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

ITÁLIA

As moedas italianas foram desenhadas por Eugenio Driutti (1 cêntimo), Luciana De Simoni (2 cêntimos), Ettore Lorenzo Frapiccini (5 cents), Claudia Momoni (10 cêntimos), Maria Angela Cassol (20 cêntimos), Roberto Mauri (50 cêntimos), Laura Cretara (1 euro) e Maria Carmela Colaneri (2 euros).

1 cêntimo: Castelo de caça do Imperador Frederico II (1194-1250), o Castel del Monte data do século XIII.

2 cêntimos: A Mole Antonelliana é uma torre erigida em Turim, em 1863. Tem 167 metros de altura e actualmente é um museu.

5 cêntimos: O Coliseu foi começado por Vespasiano e terminado por Tito no ano 80 depois de Cristo. Podia conter um máximo de 100.000 espectadores.

10 cêntimos: «O Nascimento de Vénus» é um quadro de Botticelli (1445-1510), realizado por volta de 1482.

20 cêntimos: Este homem em movimento é uma escultura de Umberto Boccioni (1882-1916). Simultaneamente pintor, escultor e teórico, Boccioni é uma figura fundamental do futurismo italiano.

50 cêntimos: Estátua equestre do Imperador Marco Aurélio (121-180), imperador e filósofo romano.

1 euro: «O homem de Leonardo», que ilustra as proporções ideais do corpo humano, é uma obra de Leonardo da Vinci (1452-1519), datada de 1492. Leonardo da Vinci era simultaneamente pintor, escultor, arquitecto, engenheiro e escritor.

2 euros: Poeta italiano, Dante Alighieri (1265-1321) é conhecido sobretudo por ter escrito a «Divina Comédia». O seu retrato foi pintado por Rafael no início do século XVI e inspirou a moeda.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Itália Moeda de dois cêntimos (cara)  - Itália Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Itália Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Itália Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Itália Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Itália Moeda de um euro (coroa) - Itália Moeda de dois euros (cara) - Itália
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

LUXEMBURGO

Foi Yvette Gastauer-Claire quem desenhou as moedas luxemburguesas.

Todas as moedas: O Grão-Duque Henri nasceu em 1955 em Betzdorf, no Luxemburgo, e reina desde 7 de Outubro de 2000.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Luxemburgo Moeda de dois cêntimos (cara)  - Luxemburgo Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Luxemburgo Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Luxemburgo Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Luxemburgo Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Luxemburgo Moeda de um euro (coroa) - Luxemburgo Moeda de dois euros (cara) - Luxemburgo
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

MALTA

As moedas maltesas foram desenhadas pelo gravador Noel Galea Bason.

1, 2 e 5 cêntimos: o altar, que faz parte do templo de Imnajdra, um conjunto neolítico de 3600 a.C., é considerado um dos santuários mais antigos do Mundo.

10, 20 e 50 cêntimos: o brasão de armas de Malta é constituído por um escudo com a representação heráldica da bandeira maltesa, encimado por uma coroa mural e ladeado por dois ramos, um ramo de oliveira que simboliza a paz e um ramo de palmeira que representa a identidade maltesa.

1 e 2 euros: a cruz de malta de oito pontas simboliza a identidade maltesa.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Malta Moeda de dois cêntimos (cara)  - Malta Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Malta Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Malta Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Malta Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Malta Moeda de um euro (coroa) - Malta Moeda de dois euros (cara) - Malta
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

PAÍSES BAIXOS

Foi Bruno Ninaber van Eijben quem desenhou as moedas neerlandesas.

Todas as moedas: A Rainha Béatrix Wilhelmina Armgard nasceu em 31 de Janeiro de 1938 no Castelo Soestijk, nos Países Baixos, e reina desde 30 de Abril de 1980.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Países Baixos Moeda de dois cêntimos (cara)  - Países Baixos Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Países Baixos Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Países Baixos Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Países Baixos Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Países Baixos Moeda de um euro (coroa) - Países Baixos Moeda de dois euros (cara) - Países Baixos
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

PORTUGAL

As moedas portuguesas foram desenhadas por Víctor Manuel Fernandes dos Santos, cujas iniciais (VS) se encontram nas moedas. Os três selos pertenciam a D. Afonso Henriques (1110-1185), primeiro rei de Portugal independente.

1, 2 e 5 cêntimos: Este selo data de 1134.

10, 20 e 50 cêntimos: Este selo data de 1142.

1 e 2 euros: Este selo data de 1144.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Portugal Moeda de dois cêntimos (cara)  - Portugal Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Portugal Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Portugal Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Portugal Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Portugal Moeda de um euro (coroa) - Portugal Moeda de dois euros (cara) - Portugal
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

ÁUSTRIA

Foi Josef Kaiser quem desenhou as moedas austríacas.

1 cêntimo: A genciana é o símbolo da ecologia austríaca.

2 cêntimos:
O edelvaisse é a flor nacional da Áustria.

5 cêntimos:
As primaveras dos Alpes simbolizam a Primavera.

10 cêntimos:
Obra-prima da arquitectura gótica austríaca, a Catedral de Santo Estêvão de Viena foi construída na Idade Média.

20 cêntimos: O Belveder de Viena é um dos mais belos palácios austríacos, construído no século XVIII.

50 cêntimos: O Palácio da Secessão é o símbolo do nascimento da Arte Nova na Áustria. Foi construído entre 1867 e 1908.

1 euro: Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) é reconhecido como um dos maiores compositores de música clássica de todos os tempos.

2 euros: Bertha von Suttner (1843-1914), romancista austríaca, foi a primeira mulher a receber o Prémio Nobel da Paz, em 1905.

Moeda de um cêntimo (cara)  - Áustria Moeda de dois cêntimos (cara)  - Áustria Moeda de cinco cêntimos (coroa)  - Áustria Moeda de dez cêntimos (coroa)  - Áustria Moeda de vinte cêntimos (coroa)  - Áustria Moeda de cinquenta cêntimos (coroa)  - Áustria Moeda de um euro (coroa) - Áustria Moeda de dois euros (cara) - Áustria
1 cêntimo 2 cêntimos 5 cêntimos 10 cêntimos 20 cêntimos 50 cêntimos 1 euro 2 euros

 

As notas

As 7 notas europeias foram desenhadas por Robert Kalina, originário da Áustria. Contrariamente às moedas, que comportam motivos diferentes, são idênticas em todos os países da zona euro. Representam sete idades da cultura europeia: o clássico, o românico, o gótico, a Renascença, o barroco e o rococó, a arquitectura com utilização de ferro e vidro e, por último, a arquitectura moderna do século XX. A evolução das técnicas, da arte e dos meios de comunicação na Europa simboliza o nascimento da nova Europa unificada.

Frente: Janelas e portais constituem o motivo principal da frente de cada nota. Simbolizam o espírito de abertura e de cooperação que reina no interior da União Europeia.

Verso: Cada verso comporta uma ponte característica do período histórico da Europa evocado pela nota. A ponte simboliza também o laço que une não só os povos europeus entre eles, mas também a Europa com o resto do mundo.


5 euros

Cor: Cinzento
Tema: Clássico

Nota de cinco euros (frente)

Nota de cinco euros (verso)



10 euros

Cor: Vermelho
Tema: Românico

Nota de dez euros (frente)

Nota de dez euros (verso)



20 euros

Cor: Azul
Tema: Gótico

Nota de vinte euros (frente)

Nota de vinte euros (verso)



50 euros

Cor: Cor-de-laranja
Tema: Renascença

Nota de cinquenta euros (frente)

Nota de cinquenta euros (verso)



100 euros

Cor: Verde
Tema: Barroco e rococó

Nota de cem euros (frente)

Nota de cem euros (verso)



200 euros

Cor: Amarelo
Tema: Arquitectura com utilização de ferro e vidro

Nota de duzentos euros (frente)

Nota de duzentos euros (verso)



500 euros

Cor: Lilás
Tema: Arquitectura moderna do século XX

Nota de quinhentos euros (frente)

Nota de quinhentos euros (verso)





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publicado por esas às 11:50
Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

Cidadania europeia

O conceito de cidadania europeia surge como complemento ao da cidadania nacional. Antes de se ser cidadão europeu é-se cidadão de uma determinada nação que integre a União Europeia: a cidadania europeia não substitui a nacional. O valor e conceito de cidadania europeia é consagrado de forma importante no projeto da Constituição Europeia, mas a sua origem remonta ao Tratado de Maastricht de 1992, embora já existissem direitos inerentes ao facto de se ter nascido ou possuir cidadania de um determinado país da Europa comunitária. O direito à livre circulação (que já aparece no tratado de Roma, em 1957, fundador da CEE) e permanência em qualquer território dos estados-membros era uma das premissas ao estatuto de cidadania europeia consagrado em Maastricht, tal como o de aceder a cargos públicos sem autoridade pública.
Este último tratado apresentou todavia um projeto de cidadania mais consistente, afirmando a possibilidade de se ser eleito ou eleger representantes em eleições para o Parlamento Europeu ou para eleições autárquicas, além de assegurar proteção diplomática e consular aos cidadãos comunitários em países terceiros e outras equiparações de natureza diplomática. Além disso, o direito de Petição ao Parlamento Europeu e a Provedoria de Justiça Europeia.

publicado por esas às 11:28

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